sexta-feira, 7 de setembro de 2012

FELICIDADE AO SEU ALCANCE




O que acontece com nosso cérebro quando nos exercitamos (e por que ficamos felizes)

Por - Leo Widrich 29 ago, 2012

Muitos de nós já sabemos o que acontece com o nosso corpo quando nos exercitamos. Construímos mais músculos ou mais estamina.  Nós sentimos como atividades diárias como subir escadas se tornam mais fáceis se nos exercitamos regularmente. No âmbito cerebral e de humor, no entanto, a conexão não é tão clara. Leo Widrich, co-fundador do app de compartilhamento de mídias sociais Buffer foi descobrir a conexão entre se sentir bem e se exercitar regularmente.

O que dispara a felicidade no nosso cérebro quando nos exercitamos?

“Sim, sim, eu sei tudo isso, é aquela coisa com as endorfinas, que te fazem se sentir bem e são por elas que devíamos nos exercitar sempre e tal, não é?” é o que eu posso me ouvir dizendo quando alguém toca nesse assunto. Eu sei algumas coisas aqui e ali, mas nunca tinha parado para saber a fundo a conexão entre exercício e como eles nos afetam. Esse lance de “endorfinas liberadas” é algo que eu jogo numa conversa para parecer mais sábio, sem realmente saber o que isso quer dizer.

Isto é o que realmente acontece:

Se você começa a se exercitar, seu cérebro reconhece esse momento como estresse. Enquanto a pressão do seu coração aumenta, o cérebro acha que ou você está brigando com o inimigo ou fugindo dele. Para proteger você e seu cérebro do estresse, você libera uma proteína chamada BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro). Esse BDNF possui um elemento protetor e também reparador para os neurônios da sua memória e age como um botão de reiniciar. É por isso que nós freqüentemente nos sentimos tão bem, como se tudo estivesse claro, depois de nos exercitarmos.

Ao mesmo tempo, endorfinas, outro elemento químico para combater o estresse, são liberados em nosso cérebro. A proposta principal das endorfinas são as seguintes, diz o pesquisador MK McGovern:

    “Essas endorfinas tendem a minimizar o desconforto do exercício, bloqueando a sensação de dor, e são até associadas com uma sensação de euforia”.

Tem muita coisa acontecendo no nosso cérebro, e geralmente ele é muito mais ativo do que quando estamos apenas parados ou nos concentrando mentalmente:

 


Portanto, BDNF e endorfinas são as razões pelas quais fazer exercícios nos deixa tão bem. A parte mais ou menos assustadora é que eles tem um comportamento muito similar e viciante como a morfina, heroína ou nicotina. A única diferença? Bem, pelo menos isso nos faz bem.

Não faça mais, mas foque em quando fazer:

Agora é que a coisa fica interessante. Nós sabemos os fundamentos básicos de como se exercitar nos deixa mais felizes e o que acontece dentro de nossos neurônios. A parte mais importante a ser descoberta é, como podemos otimizar essas sensações para que elas ajam de forma prolongada?

Um estudo recente na Penn State foi a fundo no assunto e os resultados foram surpreendentes. Eles descobriram que para ser mais produtivo e contente em determinado dia de trabalho, não importa muito, se você malha regularmente, que você não tenha se exercitado naquele dia em particular:

    “Aqueles que se exercitaram durante o mês anterior mas não no dia do teste se saíram geralmente melhor no teste de memória do que aqueles que estavam sedentários, mas não tiveram uma performance tão boa quanto os que tinham malhado naquela manhã”.

A autora Gretchen Reynolds, considerada bestseller pelo New York Times, escreveu um livro sobre o assunto chamado Os Primeiros 20 Minutos. Para alcançar o nível mais alto de satisfação e benefícios para a saúde, a dica está em não se tornar um atleta profissional. Pelo contrário, uma quantidade muito menor de exercícios é necessária para alcançar esses picos no nível de felicidade e produtividade no dia-a-dia:

    “Os primeiros 20 minutos de movimentação, se alguém tem sido muito sedentário, oferecem a maior parte dos benefícios. Você prolonga seu tempo de vida, reduz riscos de doenças – todas essas coisas vem logo nos primeiros 20 minutos de atividade”.

Então você pode relaxar e não precisa ficar esperando pela próxima seção pesada de malhação. Tudo o que você deve fazer é garantir 20 minutos de foco no exercício para obter esse impulso de felicidade diária:

“Nos dias em que a pessoa se exercitou, o humor dela melhorou significativamente. E durou pelos dias que não se exercitou, também, com a diferença de seu senso de calma ter deteriorado com o tempo.” (University of Bristol)

Faça disso um hábito:

Começar a se exercitar regularmente ou até diariamente é mais fácil falar do que fazer. Precisamos de muito foco para criar o hábito de se exercitar todos os dias. A parte mais importante para notar é que exercício é um hábito-chave. Isso quer dizer que se exercitar pode galgar o caminho não só para a felicidade, mas também para o crescimento em outras áreas de sua vida.

Em um post recente do meu colega Joel, ele escreveu sobre o poder do exercício diário em sua rotina. Coincidentemente, ele segue as regras acima com precisão e pratica esportes diariamente antes de fazer qualquer outra coisa. Ele escreve:

    “Pelas 9h30 da manhã, já fiz uma hora de códigos para o aplicativo Buffer, já fui para a academia e respondi e-mails por 30 minutos Ainda são 9h30 e eu já realizei bastante, e me sinto muito bem”.

Conversei bastante com Joel sobre seu hábito de se exercitar, e aqui vão alguns fatores importantes para que você consiga se preparar para o sucesso e tornar sua rotina de esportes divertida:

    Coloque suas roupas de academia em cima do seu despertador ou telefone quando for para a cama: esta técnica soa fácil, mas é uma das mais poderosas. Se você arrumar tudo o que precisa para ir à academia antes de dormir, e colocar seu despertador sob elas, você vai se convencer mais fácil a usá-las.
   
 Acompanhe seus exercícios e anote-os na mesma hora quando terminá-los. Quando você quer se exercitar regularmente, a dica é manter um hábito. Um jeito de alcançar esse hábito é se “premiar”, e isso vai te lembrar das boas sensações que você teve ao terminar. Na nossa grande lista de aplicativos para web, temos uma seção inteira de aplicativos de esportes que podem te ajudar. Experimente o Fitocracy ou o RunKeeper para manter um acompanhamento de seus exercícios. Tente registrar claramente o processo. Anote seu desempenho antes mesmo de entrar na ducha ou assim que sair da academia.
   
 Pense em começar de leve e aí comece ainda mais leve: Aqui vai um segredinho. Quando eu comecei a praticar esportes, eu fiz durante cinco minutos por dia, três vezes por semana. Dá pra imaginar? Cinco minutos de exercício contado, três vezes por semana? Não é nada! Sim, e é porque a tarefa é tão fácil e qualquer pessoa consegue fazer isso que fica fácil tornar disso um hábito. Se você está começando, não faça mais do que 10 minutos diários.

O nível mais alto de felicidade acontece logo no começo

Por fim, exercitar-se aumenta as proteínas de BDNF no seu cérebro e funciona como um melhorador de humor. Os efeitos são similares à adicção por drogas, diz um estudo. Então, quando você começa a se exercitar, a sensação de euforia é altíssima:

“A liberação de endorfinas tem um efeito aditivo, e com o tempo é cada vez mais necessário se exercitar para alcançar aquele mesmo nível de euforia.” (McGovern)

Então, se você nunca fez esporte algum (ou pelo menos não tem feito por algum tempo), seus ganhos de felicidade serão altos se você começar agora".



"Oito dicas para insistir no treino até seu corpo viciar

Dá até para fracionar as suas séries de exercícios e alcançar resultados mais eficientes

Por Manuela Pagan

Adiar o início do treino, para muita gente, é mania. Não importa se está calor ou frio, ritmo pesado ou normal de trabalho, as desculpas são tantas, que você sempre dá um jeito de escapar. "Esse comportamento é típico de quem não consegue fazer exercícios durante três meses seguidos, este é o tempo necessário para o corpo se adaptar ao treino e sentir falta dele", afirma o educador físico Carlos Henrique Costa Sapucaia, especialista em treinamento resistido. O problema é que nem todo mundo tem paciência de insistir, por isso os especialistas vivem em busca de alternativas e truques para aumentar o seu engajamento na atividade física - a mais recente, obtida a partir de uma pesquisa, provou que fracionar um treino de meia hora em três blocos de dez minutos pode ser até mais eficiente.

Se você, mais uma vez, está sem forças para começar a treinar ou está cogitando desistir do exercício, veja as dicas dos especialistas para acabar com a moleza de treinar e mude já sua rotina.


Fracione o treino
Alguns estudos recentes vêm demonstrando que sessões de exercícios curtas e cumulativas durante o dia são tão benéficas quanto períodos longos e isolados de treino. O mais recente deles, realizado Centro de Pesquisas de Estilo de Vida Saudável da Universidade do Estado do Arizona (EUA), mostrou que o treino dividido em três sessões curtas por dia foi significativamente mais eficiente que uma sessão única de meia hora para controlar a pressão arterial. Se, por um lado, o estudo ainda não é o suficiente para provar que os treinos divididos são realmente mais eficazes em todas as situações, por outro ele indica que é possível ajustar a rotina para praticar exercícios e, ainda assim, experimentar benefícios. "Mas tome cuidado para não fracionar demais o exercício e, com isso, diminuir demais o ritmo das atividades, até cessar".

Nem pense em desculpas

Ao acordar, você olha pela janela e torce para chover, veste as roupas de ginástica e acha que elas não caem bem? Ou você é daqueles que faz tudo por uma horinha de sono a mais? Ficar pensando nos contras vai te afastar cada vez mais da malhação. Deixar para amanhã também não adianta. Carlos Henrique Sapucaia conta que é importante ter objetivos bem definidos e pensar apenas neles para vencer a preguiça. "Quem quer emagrecer, ganhar condicionamento físico ou força não pode dar importância a obstáculos que aparecem, precisa dar foco nos benefícios", afirma.

Aposte numa música animada
"Colocar uma música bem animada para tocar é uma boa estratégia de motivação, já que ela naturalmente estimula nosso corpo a se movimentar", afirma o educador físico Marco Pinheiro, coordenador de atividades físicas do Centro de Bem-estar Levitas. A dica é pular da cama bem cedo e já ligar o som ou programar o celular com uma música bem agitada. Claro que o gosto musical deve ser respeitado, mas músicas com alta frequência de batimentos por minuto, entre 132 e 140, são mais animadas e estimulam o corpo a entrar no mesmo ritmo.

Chame um amigo para malhar

O compromisso com um amigo ou um parente é um dos principais fatores de motivação à pratica de atividade física. "Muitas pessoas só conseguem aderir a um programa de exercícios físicos com uma boa companhia", afirma Carlos Henrique. O companheirismo faz com que as pessoas não desistam da prática por qualquer motivo, como o frio. Além disso, a atividade em dupla ou grupo reforçam os laços de amizade e a troca de experiências. Mas lembre-se de sempre obedecer ao seu ritmo, seja ele maior ou menor que o do seu companheiro de exercício.

Escolha sua atividade por gosto pessoal
A melhor atividade que existe é a que você gosta de fazer. Se você não curtir o exercício, vai desistir rapidamente. Caminhada, ioga, danças, musculação: a lista é longa e não faltam modalidades para quem quer se mexer. "Só é importante escolher uma atividade física que trabalhe o corpo como um todo ou mesclar mais de um, pensando nisso", afirma o educador Marcos Pinheiro. "Se você gosta de musculação, associe um exercício aeróbico, como uma caminhada ou corrida, para garantir condicionamento cardio vascular, por exemplo".

Pense no progresso, mas tenha paciência
"Muitas pessoas esperam resultados rápidos e deixam de praticar exercícios por acharem que, se não tiveram resultados em poucos dias, não os terão mais", afirma Carlos Henrique. Enquanto o efeito desejado não aparece, pense em tudo o que você pode conquistar, seja emagrecimento, formas definidas ou mais qualidade de vida. Essa é uma boa tática para não desistir do treino. Mas não deixe de prestar atenção nas pequenas mudanças que aprecem no dia a dia, como a melhora na postura, o aumento de disposição para subir um lance de escadas ou a facilidade para se abaixar. "São pequenas conquistas que se perdem quando você para de treinar", diz o especialista. 

Sensação prazerosa

Depois de terminado o exercício você fica relaxado e se sentindo muito bem? "Isso acontece devido à liberação do hormônio do bem-estar, a endorfina, que produz essa sensação prazerosa", afirma Carlos Henrique. Além disso, o exercício físico mantém os níveis da substância estáveis no sangue, o que combate o estresse e obesidade.

Faça mesmo que por pouco tempo
É importante que você se exercite três vezes por semana e cada sessão com duração mínima de 30 minutos. Se, eventualmente, você não tiver esse tempo disponível, movimente-se no intervalo que der, o período curto não é suficiente para fazer diferença no seu corpo, mas ajuda no bem-estar e na motivação - é mais fácil lidar com a culpa de treinar menos do que com o sentimento de ter abandonado completamente a tarefa."

 


 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

ONDE CORRER EM SALVADOR


Onde correr em Salvador




NÃO É TODO corredor que gosta de treinar, mas não tem jeito. Treinar é preciso! Eu sou um corredor da terceira idade e posso assegurar que o progresso que obtive com relação à prática de corrida nos últimos três anos foi consequência de muito treinamento.

Naturalmente não é muito comum uma pessoa começar a correr após completar 65 anos, como foi o meu caso, mas com vontade, disciplina e, sobretudo, treinamento, é possível chegar aonde cheguei, ou seja, fazer um sub -60 nos 10 km e correr uma Meia Maratona.

A cidade de Salvador, onde moro, oferece várias possibilidades para quem adotou a corrida de rua como forma de melhorar a saúde e gosta de treinar, apesar de atualmente se encontrar em completo abandono pelas autoridades municipais, que deixaram que muitos desses lugares se degradassem, com pistas esburacadas, calçamentos defeituosos, ruas mal iluminadas, etc. Mas, não há como negar que correr numa orla marítima, recebendo no rosto a brisa fresca do mar, é muito prazeroso.

Salvador é uma cidade privilegiada. Afora outros locais que não conheço, mas que certamente existem, a partir da Praia do Porto da Barra e até a Praia de Stella Maris, são 30 km de orla em condições para treinar, seja nas pistas, nos calçadões ou na areia.

Começando na Praia de Amaralina, o corredor encontra um calçadão novo, de ótima qualidade, compartilhado com uma ciclovia que se estende até o Jardim dos Namorados, passando pelo charmoso bairro da Pituba, numa extensão de 4 km.

Logo em seguida vem o Jardim de Alá, o verdadeiro point dos corredores de Salvador, onde a maioria dos clubes arma suas tendas, principalmente aos sábados, transformando o local num grande ponto de encontro. Dalí os alunos partem para fazerem seus treinos, tanto no sentido Barra, como no sentido Itapuã. É uma festa!

O piso da pista no percurso Jardim de Alá até Itapuã tem uma extensão de 10 km, não é muito boa, pois surgiu da transformação do antigo calçadão, que era revestido de pedra portuguesa e deu lugar a uma pista compartilhada com uma ciclovia. É também um pouco estreito e tem algumas incorreções. Mas só o fato de ficar inteiramente à beira mar, sem prédios do outro lado, transforma a área em um local extremamente agradável para correr. Além disso, passa pelas belíssimas praias de Armação, Boca do Rio, Corsário, Patamares, Jaguaribe, Piatã e Placafor.

Mas não é somente na orla. A imponente Praça do Campo Grande, com suas árvores frondosas e seculares, oferece um calçadão muito largo e com quase 1 km de extensão, ideal tanto para caminhadas, como para corrida.

O dique do Tororó é outro local ótimo, cujo calçadão em volta do lago tem aproximadamente  2,6 km.  Os canteiros centrais das avenidas Centenário, Bonocô, Imbuí e Paralela, são também muito bons.

O Parque da Cidade, as praças dos Eucaliptos, do loteamento Aquários e Ana Lúcia Magalhães são outras opções excelentes, onde inclusive as assessorias esportivas fazem ponto todos os dias da semana, tanto pela manhã quanto a noite.

Há também o majestoso Parque de Pituaçu, cuja volta completa dá exatos 15 km, ideal para se treinar longões. Ou ainda as Dunas, na Praia de Stella Maris, com sua areia branquinha, fininha e cristalina, que oferece condições ideias para treino de força, o que pode ser feito também na areia fofa da praia de Armação.

Essas dicas valem para corredores de todo o Brasil, pois quem corre tem que ser disciplinado e não pode se limitar a treinar somente na cidade onde mora. Tem que treinar onde estiver para não perder o condicionamento. Assim, o tênis e todos os demais apetrechos (frequencímetro, meia, bermuda térmica, short, camiseta, som, cinto de hidratação, etc.) se tornam itens indispensáveis nas bagagens de viagens de qualquer amante da corrida.

Eu não viajo muito, mas como tenho um filho que mora em Alagoinhas e outro em Feira de Santana, distantes apenas uns 100 km de Salvador, nas quais inclusive já morei, sempre que estou numa delas não deixo de treinar e correr em suas ruas já se tornou para mim um prazer a mais. Conheço muito bem os points dos corredores nessas cidades, onde fiz amizades, mas de vez em quando resolvo fazer um longão, como aconteceu no último dia 12 em Alagoinhas, ocasião em que aproveitei para fazer algumas fotos dos locais por onde passei, a exemplo do que já tinha feito em Feira de Santana, quando fotografei as principais avenidas da cidade.

Assim mantenho meu interesse pelos treinamentos sempre em grau elevado e nunca deixo de cumprir as orientações que recebo dos treinadores e meus treinos continuam produzindo resultados. Para mim não basta gostar de correr! Tem que treinar!

Até breve…
EXIF_JPEG_YUV422José Amâncio Neto – Bancário aposentado de Salvador (BA), começou a correr em 2009 para manter a saúde e fazer novos amigos. Além deste blog, é autor do corredordaterceiraidade.blogspot.com

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

ATIRE A PRIMEIRA FLOR


"Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la.Quando a flor estiver murcha, seja o primeiro a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor".

"Quando tudo parece caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo. Se tudo parece escuro, se nada puder ser visto, acenda a primeira luz.
Traga para a treva você, primeiro, a pequena lâmpada.

Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso. Não na forma de lábios sorridentes,
mas na de um coração que compreenda, de braços que confortem. Parta você em busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se.

Quando ninguém souber coisa alguma e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar.
Começando por aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo.

Quando alguém estiver angustiado, a procura nem sabendo o que, observe o que se passa.
Talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja.

Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la.
Quando a flor estiver murcha, seja o primeiro a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor.

Se sua porta estiver fechada, de você venha a primeira chave.
Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e o primeiro abrigo. Se o pão for apenas massa e não estiver assado, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.

De
acusadores o mundo está cheio. Nem, por outro lado, aplauda o erro.
Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu. Dê sua atenção primeiro para mostrar o caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que é a compreensão edificada que o possibilita, e que o entendimento reconstrói.
 
Toda escada tem um degrau para baixo ou para o alto.
Toda estrada tem um primeiro passo, para frente ou para trás.
Toda vida tem um primeiro gosto de existência ou de morte.

Atire você, com ternura e vontade de entender,
quando tudo for pedra, A PRIMEIRA E DECISIVA FLOR..."
 

Autora: Gláucia Daibert

quarta-feira, 25 de julho de 2012

68 ANOS, UMA MEIA MARATONA E 35 MEDALHAS

http://www.jornalcorrida.com.br/runbrasil/?p=3309

 

 

 

68 anos, uma Meia Maratona e 35 medalhas

GANHEI A 35ª. MEDALHA em minha primeira Meia Maratona. Precisei de 2h28, mas graças a Deus cheguei razoavelmente bem e completei meus primeiros 21Kms no último domingo, 22 de julho. Após fazer um sub-60 nos 10 km, na XXX Corrida Rústica Riachuelo, em junho, este foi mais um feito marcante em minha trajetória de corredor.

Confesso que não foi tarefa fácil, sobretudo no meu caso: estou com 68 anos de idade, corro há menos de três anos e ainda carrego comigo alguns quilos de sobrepeso.

A verdade é que não se chega aonde cheguei por acaso. Para conseguir essa proeza eu treinei, treinei e treinei… Não tem segredo. Sem treinar, até para os jovens, é praticamente impossível.

Eu sou um corredor disciplinado. Treino corrida no mínimo quatro dias por semana com orientação de profissionais e obedeço fielmente às planilhas. Além disso, também faço musculação numa academia, três vezes por semana.

Com todo esse empenho, certamente poderia até ter obtido um resultado melhor, mas tenho que admitir: encontro dificuldade para “fechar a boca”, de modo que não consigo baixar mais meu peso corporal, que oscila entre 82/83 kg, para uma altura de apenas 1.67m.

Depois de ter feito o sub-60 nos 10 km, resolvi “encarar” logo uma Meia, pois já vinha fazendo “longões” de até 20 km e meus treinadores concordaram que já estava na hora, mesmo porque Salvador tem somente duas Meias Maratonas no seu calendário anual.

Assim, intensificamos os treinamentos com esse foco, inclusive na academia, aumentando as repetições na adutora, abdutora, extensora, flexora em pé, hack machine, leg e panturrilha sentado.

Por isso, cheguei no dia da corrida plenamente preparado e confiante, apesar de ter em mente que não devia forçar, pois meu objetivo com a prática desse esporte é antes de tudo cuidar de minha saúde.

Como sou o mais idoso entre todos os participantes do meu clube de corrida e com o meu exemplo procuro incentivar a aqueles que desejam melhorar a saúde, com a inclusão da corrida em suas vidas, sou alvo de manifestações de carinho, e nessa prova o treinador Dielmo Noblat resolveu me acompanhar durante todo o percurso.

Fizemos um planejamento de manter um pace em torno de 7’ o km, principalmente no primeiro terço, deixando para aumentar o ritmo somente depois da metade da corrida e de acordo com minhas condições.
Além do treinador, tive a companhia das amigas Ellen Morado e Palmira Farias, que também estavam estreando nesse tipo de prova, bem como do colega Luís Brito, que tendo feito a Meia do Rio e sendo mais experiente e rápido, foi só para nos dar apoio.

Posicionamo-nos para a largada bem no final, e não tivemos nenhum problema com a multidão que partiu na frente (a prova tinha percursos de 5, 10 e 21 km). Tinhamos a pista completamente livre. Assim, fizemos os sete primeiros km em 48’, em ritmo muito confortável. O segundo terço de sete km também fizemos em 48’. Estávamos indo muito bem.

Como corri com meu cinto de hidratação, levando quatro garrafinhas de 200 ml cada, sendo duas com água e duas com isotônico, nem me preocupei com os postos de hidratação e só peguei água para jogar na cabeça.

A partir do 17º. km senti que meu desempenho começava a fraquejar, talvez por conta do forte calor que fazia. Já eram quase 9h25 e a temperatura devia estar na casa dos 30 graus.

Cada corrida tem sua história. Eu que nunca senti câimbras em nenhuma corrida e nem sequer em treinamentos, na altura do 18º km minha panturrilha da perna esquerda sinalizou problemas e uma forte dor surgiu. Confesso: não é coisa boa. Tive que diminuir o ritmo consideravelmente. Com a orientação do treinador Dielmo e da treinadora Priscila Pereira, que já havia se juntado ao grupo de colegas que fizeram suas provas e retornaram para me acompanhar, (Anna Paula Garcia, Ana Clara Giffoni, Elvira Gonçalves, Delio Pinho e Nelson Trindade), fui administrando o problema, sem parar de correr, mesmo tendo sentido também na perna direita, em menor intensidade.

É uma situação muito desagradável! Só pensava que não conseguiria completar e na decepção que iria causar para as pessoas que estavam torcendo por mim. Bobagem pura, mas provavelmente é assim que todo corredor se sente numa hora desta.

Felizmente, quando cheguei ao 20 km a dor diminuiu e deu para imprimir um ritmo mais forte, pude cruzar a linha de chegada alegremente, ao lado do colega Henrique, que também teve câimbras, sob aplausos dos amigos do Sport Run Club e das poucas pessoas que ainda aguardavam os corredores, inclusive minha esposa Graciene, minha filha Stella, minhas netas Bianca e Marina (na foto acima comigo), meu genro Eduardo e sua mãe Dagmar. O primeiro abraço que recebi foi de minhas netas. Isto não tem preço!!!
Até breve…
EXIF_JPEG_YUV422José Amâncio Neto – Bancário aposentado de Salvador (BA), começou a correr em 2009 para manter a saúde e fazer novos amigos. Além deste blog, é autor do corredordaterceiraidade.blogspot.com
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sábado, 14 de julho de 2012

O BOM HUMOR E A ÉTICA

Autor: Pe. Márcio Fabri dos Anjos, C.Ss.R.
Prof. Emérito da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção


"Há muitas formas de a gente se conduzir na vida. Mas com bom humor fica tudo mais fácil.

É VERDADE que o bom humor depende bastante das condições de saúde e até de uma boa digestão. Por isso a palavra “humor” vem de tempos antigos que atribuíam certos sentimentos e fluídos que percorriam o corpo. Mas pode-se dizer que o humor é antes de tudo um estado de espírito que atua em todas as circunstâncias da vida. Por isto ele tem muito a ver com a ética e nossa vida moral.

O mau humor gera grosseria e interfere na imagem que fazemos das pessoas, do mundo e das coisas. Pessoas constantemente mal-humoradas azedam a própria vida e a vida dos outros. Tornam-se pessimistas, agressivas e duras de aguentar. Diferente do mau humor é a indignação diante do que é injusto e indigno. A indignação é princípio de uma atitude construtiva. Mas é sempre importante que mesmo na indignação não se perca inteiramente o senso de humor, para não perdermos também o senso de nossas próprias limitações.

O bom humor precisa de direcionamento ético. Sua justa medida passa pelo respeito aos outros. Isto nos leva a dosar a gozação e a pilhéria, para que ela não fira os outros. De fato, o bom humor nos coloca em posição de tranquilidade e superioridade, com um poder incrível até para agredir. Pode banalizar as coisas ou lhes dar um impulso de reforço. Assim, seu bom uso depende de ser construtivo nas diferentes situações. O sofrimento dos outros pode ser aliviado por um bom humor respeitoso. E até nós podemos melhorar pela capacidade de sorrir diante de nossas próprias insuficiências.

São Tomás Morus, que foi chanceler do Parlamento da Inglaterra no século 16, resume tudo isto em uma linda oração sobre o bom humor: “Senhor, dá-me uma boa digestão, e também algo para digerir. Dá-me saúde do corpo e um bom senso para conservá-lo. Dá-me um espírito jovial, que tenha sensibilidade para o bem e para os outros: e que não me espante diante do pecado, mas sempre encontre um jeito de encaminhar bem as coisas. Dá-me um coração livre da chatice, distante do falar mal, do destempero e das lamúrias. Não permitas que me preocupe demais com aquele que quer sempre se impor, e que chamamos de EU. Dá-me, Senhor, um senso de humor! Dá-me a graça de entender uma brincadeira, para ter um pouco de alegria na vida e também para transmiti-la aos outros”.

Texto publicado na Revista de Aparecida, edição nº 124, JULHO/2012.



quinta-feira, 12 de julho de 2012

INCENTIVO À EDUCAÇÃO - MORRO DO CHAPÉU DÁ O EXEMPLO

"Morro do Chapéu  é uma cidade conhecida pela delícia de sua temperatura média, pela beleza da “Ferro Doido” e pelo Centro de Pesquisas Ufológicas de “seu” Alonso.

Recentemente, outra façanha de “Morro” me encantou mais ainda: há cinco anos, um empresário da cidade, Luciano da Casa do Pão, resolveu dar uma pequena mostra de solidariedade para ajudar estudantes da rede pública – e , portanto, pobres – no seu desempenho escolar. 

Começou doando um computador para o aluno que tivesse o melhor aproveitamento ao longo do ano. 

Isso já deixou a comunidade estudantil atenta e empenhada em ganhar tão cobiçado prêmio. No ano seguinte, outros empresário e profissionais liberais juntaram-se a Luciano e ampliaram o leque das premiações com notebooks e motos; uma agência bancária local ofereceu uma poupança de R$ 2.000,00 (dois mil reais); a dentista do lugar entrou com tratamento ortodentário por um ano; garantiram, também, cestas básicas, por um ano, aos melhores das séries finais do fundamental e médio, e o movimento foi crescendo com a participação entusiasmada das pessoas de boa vontade da cidade. 

Hoje, premiam, principalmente, o desempenho escolar (notas boas) e a assiduidade.

Primeiro resultado: existem alunos, há dois anos, sem uma falta sequer e as “supermédias“ chegam a atingir a nota 9,75, levando em conta todas as matérias. 

Segundo resultado: a elevação da média do IDEB dos alunos do município. A entrega dos prêmios é feita em noite de gala, com a comunidade presente, em clima de verdadeiro “Oscar da Educação Morrense”.

Não à toa, num distrito de Morro do Chapéu chamado Fedegosos, conheci a escola pública Edigar Dourado Lima, que me fez parecer estar entrando em algum colégio suíço, dada a organização, limpeza e alto padrão de civilidade entre professores, servidores e alunos. O diretor, Professor Edinho, tem tratamento de pop-star pela sua comunidade.

Pergunto à Bahia e ao Brasil: será que só Morro do Chapéu consegue fazer isso? Que tal pegarmos esse extraordinário exemplo e o espalharmos pelo restante do país?"

Mensagem de autoria de Francisco José Silveira.


Achei extraordinária essa idéia, de modo que estou fazendo a divulgação, na esperança que a mesma seja copíada em outras cidades de nosso país. 

Por outro lado, Morro do Chapéu é a terra natal do meu colega e amigo FRANCISCO HANILTON  SOUZA NETO, falecido precocemente em 12/09/2010, que certamente faria esta divulgação e teria muito orgulho do exemplo que sua "terrinha querida" está dando para o Brasil e para o mundo.



"Escolas

Colégio em Morro do Chapéu é exemplo de gestão

Gestão com comprometimento. Zelo pelo patrimônio público. Valorização do aluno. A combinação desses ingredientes resultou numa bem-sucedida administração escolar que vem chamando a atenção da comunidade do povoado de Fedegosos, distrito de Morro do Chapéu (386 km de Salvador). É no Colégio Estadual Edigar Dourado Lima que seus 405 alunos encontram não só um lugar de aprendizado, mas também onde  comem o que plantam, cuidam de sua estrutura como se fosse a casa deles e têm sua autoestima estimulada.
Em visita à Secretaria da Educação, o diretor da escola, Edson de Oliveira, acompanhado do professor e palestrante Jorge Bandeira e da jornalista e amiga da escola, Isaura Maria Rocha, disse ao secretário Osvaldo Barreto que a unidade é a prova de que é possível fazer um trabalho educativo envolvente e com competência, desde que haja compromisso. “Gestão é um fator determinante para o sucesso da escola”, realçou o secretário, durante o encontro com o gestor da unidade escolar.
O amor que os estudantes, professores, pais e toda a comunidade em geral têm pela escola, conforme Edson de Oliveira, é fruto de muita dedicação e vontade de acertar. “Trabalhamos, sobretudo, com a autoestima dos nossos alunos e, consequentemente, eles ganharam a consciência de que o colégio é deles, deixando de lado aquela mentalidade de que, por ser um bem público, não deve ser preservado”, analisou o diretor.
O colégio, que oferece ensino fundamental e médio, possui uma infraestrutura composta de sete salas de aula, sala de jogos, sala de informática, sala com TV a cabo Sky, rádio comunitária, biblioteca (com assinatura de revistas) e cozinha equipada de fogão, geladeira e freezer.
Aula de cidadania – Além de aulas comunitárias de plantio de hortaliça, frutas e raízes (que complementam a merenda escolar), os estudantes são sempre convidados a participar de atividadades, como palestras, seminários e gincanas, que são verdadeiras aulas de cidadania, como acredita o diretor. O resultado, completa, é refletido no estado de conservação da estrutura física do colégio, que não tem uma única parede riscada ou mobiliário quebrado, bem como na relação interpessoal entre alunos e professores.
O estudante Devair Martins, 17 anos, considera o colégio Edigar Dourado Lima seu porto seguro. “Gosto muito da minha escola porque ela proporciona eventos que melhoram nossa aprendizagem e nos ajuda a pensar num futuro melhor”. Ele cita o plantio de horta, as aulas de informática e a rádio comunitária, que é comandada pelos estudantes nos intervalos das aulas, como alguns dos projetos de destaque que a unidade oferece aos seus alunos.
A colega Tiele Santana Gomes, 15 anos, considera o lugar onde estuda a escola “dos sonhos”. “Nós temos tudo que precisamos para estudar e, além disso, o professor Edson sempre procura trazer novos projetos que ajudam o nosso aprendizado. Ele cuida da nossa educação com muito amor e dedicação, por isso amamos nosso colégio”.
Camapet – Levar um exemplo de cidadania para o colégio Edigar Dourado Lima, por meio da Camapet (Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental), é uma tarefa abraçada pela amiga da escola, Isaura Maria Rocha. Ela pretende levar para a escola uma oficina para o reaproveitamento das garrafas pet. “São muitos objetos que são feitos com a reciclagem das garrafas pet: sofás, camas, bijouterias, parede. A ideia é que eles possam ganhar, depois, sua própria renda com a venda de suas produções”, afirma".


terça-feira, 3 de julho de 2012

Matéria Veiculada no Jornal Acontece, da CAPEF

CAPEF - JORNAL ACONTECE

ESPAÇO DO PARTICIPANTE

Antes: 3 litros de cerveja por dia

Hoje: "Cerveja" Nem sem álcool"

Os frequentadores dos
bares de Salvador deixaram
de ter a companhia
de um bom amigo no dia
11 de outubro de 2008: o
aposentado José Amâncio
Neto.
 
Após 50 anos de uma
vida boêmia, bebendo,
em média, três litros de
cerveja por dia, o Participante
da Capef se rendeu
à Lei Seca e aos números
revelados na balança e
em seus exames médicos
para dar fim ao hobby
que o depreciou durante
décadas. “Confesso que o
que me fez parar de beber,
afora o receio de ser flagrado
bebendo e dirigindo,
foi a preocupação com
meus índices de glicemia.
Sem contar que eu estava
muito gordo”, lembra José
Amâncio, que hoje está
com 68 anos de idade.
 
Em setembro de 2009,
praticamente um ano
após ter largado de vez
o álcool, o aposentado
se apaixonou pelo mundo das
atividades físicas. Ingressou em
um “Clube da Corrida”, na capital
baiana, e passou a treinar três
vezes por semana. Desde aquele
período, até hoje, emagreceu
18kg, se transformando, consequentemente,
em uma pessoa
muito mais saudável. “ Meu único
problema de saúde atualmente é
a pressão alta, mas devidamente
controlada. Minha vida realmente
mudou e, o mais importante, aumentou
a minha fé em Deus, para
quem nada é impossível”, revela.
 
Além da corrida, José Amâncio
pratica outras atividades, como
caminhadas, hidroginástica e musculação,
mas ele não esconde que
prefere a estrada às piscinas e academias.
“Correr é atividade para
todos os tipos de clima. Chuva,
frio, sol, vento…não existe desculpa
para não sair para correr!”,
enaltece. “Correr nas primeiras
horas do dia traz experiências que
vale a pena aproveitar. Enquanto
o resto do mundo dorme, você é
o primeiro a pisar naquela
pista ou trilha.
Além disso as ruas
desertas são só suas,
para você assistir ao
glorioso nascer do
sol sem os barulhos
da cidade para atrapalhar”,
acrescenta o
aposentado.
 
Apesar das diversas
vantagens, José
Amâncio admite que
essa não é uma prática
fácil. Ele afirma
que correr exige muito
do corpo, mas mesmo
assim recomenda
aos colegas da mesma
idade, garantindo que
a recompensa vem
quando a pessoa se
descobre capaz, desde
que obedeça a um treinamento
bem planejado.
“Comigo foi assim.
Comecei bem lento, intercalando
caminhada
com corrida de poucos
metros, progressivamente.
Com um mês já
corria um quilômetro e
assim fui evoluindo”, relata. Hoje,
José Amâncio conta que já participou
de 34 provas oficiais com percursos
de até 10 quilômetros.
 
“Tendo conseguido emagrecer
o que emagreci, considero que
renasci. Minha hipertensão está
sob controle, meus índices de
glicemia e triglicérides normalizados
e, aos 68 anos, estou me
sentido ótimo. Então, acho que
mereço os parabéns!”, se vangloria
com todo mérito.

Veja no link abaixo a matéria original, na página 10.