quinta-feira, 11 de março de 2010

A vida é um eco

A vida é um eco

A vida é um eco. Se você não está gostando do que está recebendo, observe o que está emitindo...

Existe um lixo emocional. Ele é produzido nas usinas de nosso pensamento enquanto crescemos interiormente.

São emoções que passaram por nossa vida e nos ajudaram, mas que não têm mais utilidades. São sentimentos que foram importantes no passado, não no presente. São recordações de dor que nos amadureceram e que agora não
servem para nada.

Não podemos carregar esse lixo. Ele foi feito para ser jogado fora.
E, no entanto, apegados aos nossos sentimentos antigos, ficamos com pena de
deixá-los.

Enchemos nosso porão espiritual com uma quantidade imensa de memórias inúteis, que ofuscam as lembranças importantes.

Não procure sentir coisas que você não está sentindo mais. Não procure ser como você era. Você está mudando. Permita que seus sentimentos o acompanhem... e seja feliz.

(texto do Dr. Jorge Bastos Garcia)

Ensinamentos de Buda

Buda estabeleceu oito princípios ou Regras de Vida que devem ser observadas pelos seus seguidores... e por todos:

A Verdadeira Crença: é a crença de que a Verdade é o guia do Homem;

A Verdadeira Resolução: ser sempre calmo e nunca fazer dano a nenhuma criatura viva;

A Verdadeira Palavra: nunca mentir, nunca difamar ninguém e nunca usar linguagem grosseira ou áspera;

O Verdadeiro Comportamento: nunca roubar, nunca matar, e nunca fazer nada de que uma pessoa possa mais tarde arrepender-se ou envergonhar-se;

A Verdadeira Ocupação: nunca escolher uma ocupação que seja má, tal como falsificação, manejo de coisas roubadas e coisas semelhantes;

O Verdadeiro Esforço: procurar sempre o que é bom e afastar-se do que é mau;

A Verdadeira Contemplação: ser sempre calmo e não permitir-se pensamentos que sejam dominados pela alegria ou pela tristeza;

A Verdadeira Concentração: consegue-se quando todas as outras regras forem seguidas e uma pessoa tenha atingido o nível da paz perfeita".

É impossível ser feliz sozinho?

Pense nos melhores momentos da sua vida: você estava sozinho ou acompanhado?

Alimentar muita expectativa é o caminho mais curto para a frustração. Mais uma vez a máxima se confirmou: fui assistir a Amor sem Escalas, o badalado filme do mesmo diretor do excelente Juno, e não fiquei impactada como se prenunciava. Achei bom, apenas. Tem alguns diálogos espertos e uma inversão de papéis inusual (no que se refere a relações entre homens e mulheres), mas, apesar do frescor que Jaison Reitman imprime a seus filmes, desta vez ele por pouco não escorregou pro sentimentalismo barato. Dentro do mesmo tema – é possível ser feliz sozinho? – prefiro Estrela Solitária, de Wim Wenders, que tratou sobre o isolamento do ser humano com muito mais poesia e beleza.

Ainda assim, uma frase me marcou. “Pense nos melhores momentos da sua vida: você estava sozinho ou acompanhado?”.

Pode não ser comum, mas há pessoas que não têm nenhuma vocação para constituir família, e nem por isso merecem a cadeira elétrica. Eles simplesmente preferem estar em movimento, não ter amarras, e essa liberdade cobra um preço que, se costuma ser alto para a maioria, para outros pode ser uma dívida fácil de quitar.

Eu bem que gosto de ficar sozinha. Já tive ótimos momentos comigo mesma dentro de um trem, em frente ao mar, lendo um livro. Mas reconheço que os momentos sublimes, aqueles eleitos como inesquecíveis, aconteceram quando eu estava “avec”. Reconhecer isso não faz eu desprezar a solidão, mas me impede de adotá-la como estilo de vida permanente.

Sozinha eu posso ser mais livre, mas não sou desafiada. Compartilhar a vida com alguém exige participação: a gente é impelido a se manifestar, a traduzir em gestos e palavras o que estamos sentindo, e isso engrandece o momento, cria vínculo, avaliza o que está sendo vivido, confere magia ao instante, credibiliza aquilo que está nos deixando emocionado.

Não precisa ser um momento repartido apenas com seu grande amor: pode ser também com os pais, com um irmão, um amigo, até mesmo com desconhecidos. Quando se olha nos olhos dos outros e se compreende o que se está passando, a sintonia se dá, mesmo silenciosa. Lembrei de Scarlett Johansson sozinha num bar de hotel em Tóquio, percebendo o também solitário Bill Murray tomando seu uísque, em Encontros e Desencontros. A secreta comunicação do olhar entre ambos dava sentido ao que não havia sentido algum.

Pode acontecer entre dois, e também pode acontecer entre muitos. Um estádio de futebol lotado, com a massa gritando pelo mesmo time. Um show vibrante, todos cantando a mesma letra. Imagine se o espetáculo fosse exclusivo pra você: que graça teria?

Estando sozinhos, a sensação interna sobre o que está sendo vivido é quase triste, mesmo que não seja.

Juntos, até o que não parece alegre, fica.

Por Martha Medeiros.


Mudanças

Estamos sempre mudando, nada é exatamente
igual ao que foi a um segundo atrás.

Estamos sempre partindo

e sempre chegando em algum lugar.


Nossa vida é uma estrada,

que pode ser longa ou curta

não sabemos onde tem curvas

e nem tão pouco onde vamos chegar.

Olhar atrás, ver o que ficou

as vezes nos custa uma lágrima,

um aperto no coração, da mesma forma

que olhamos pra frente e sabemos

que temos que seguir sem saber

o que vamos encontrar.


Nossa jornada não tem fim

e quando pensamos que terminou

ela apenas parou para tomarmos fôlego

e continuar aqui ou em outra dimensão.

Estamos sempre lutando por novas conquistas,

sempre conhecendo pessoas

que são muito diferentes umas das outras.


As pessoas que entram em nossas vidas,

não entram por simples coincidência.

Muitas nada acrescentam,

outras nos magoam e nos fazem sofrer,

mas tem aquelas que nunca queremos esquecer.


É como o sol em dias de chuva

que nem precisa aparecer,

pois sabemos que ele existe

e onde podemos encontrá-lo.

Assim são os verdadeiros amigos,

sabemos que com eles sempre poderemos contar.


Desejamos sempre tê-los ao nosso lado,

nos trazem felicidades e alegrias.

Mas acredite, essas pessoas que não nos agradam

também tem seu devido valor,

pois são elas que nos impulsionam

para que possamos buscar novos horizontes

e quando partimos aí somos reconhecidos,

e sentem nossa falta.


O importante em nossa vida, é nunca esquecer

de todas as pessoas que por nós passaram,

porque por um motivo ou por outro

fizeram parte de nossos dias...


(Edson L. Nascimento)

Deus não vai perguntar ....

Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.

Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.


Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.


Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.


Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.


Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma você promoveu outros.


Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.


Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.


Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.


Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.


E eu me pergunto: que tipo de respostas terei para dar?


Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se.

Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!


Fonte: www.primeiroprograma.com.br

Um jeito sábio de ser

Ter uma atitude sem pressa significa colocar mais atenção no que se faz, dedicando tempo para os valores que a rapidez do mundo moderno está relegando a um plano secundário: a família, os amigo, o lazer, a cultura, o tempo livre para simplesmente viver.

É uma volta à valorização da casa, do bairro, da cidade, dos ambientes conhecidos, em oposição ao mundo globalizado - distante, anônimo, abstrato e frio.


O acesso aos valores essenciais à felicidade – como a convivência, a fé, a esperança, a serenidade, os prazeres do cotidiano – torna-se mais fácil através de uma atitude sem pressa. O resultado é um indivíduo menos estressado e neurótico, mais leve, mais feliz, e por isso mesmo, mais produtivo.


A sabedoria popular diz: “devagar se vai ao longe” ou “o apressado come cru”. Quer um bom resultado, com segurança e ainda por cima rápido? Então, faça devagar, não se afobe, pense antes de agir, faça uma coisa de cada vez. Mas lembre-se: velocidade é diferente de pressa.

Ser veloz é adequar-se às condições. O veloz chega antes, o apressado às vezes fica pelo caminho. Portanto, calma!


A velocidade é precisa, a pressa é bastante imprudente... É claro que precisamos trabalhar, viajar, fazer coisas, e rápido, mas sem pressa...

O imperador romano Octavius Augustus, que viveu no início da era cristã, ao observar as trapalhadas de seus oficiais que, por medo ou vontade de agradar, saíam correndo para atender suas ordens, incorporou o hábito de recomendar sempre: “Festina lente”.


Sábio conselho o dele. A frase significa: apressa-te devagar. Em outras palavras: para fazer rápido, faça com cuidado.

(Texto de Eugenio Mussak, do livro “Uma coisa de cada vez – atitudes para viver melhor” – ed. Gente)

sábado, 6 de março de 2010

VIDA - VEJA DIFERENTE

Não é o que acontece, é como você vê o que acontece......

Conta a lenda que os alquimistas da Idade Média eram pessoas capazes de transformar o chumbo em ouro: belo trabalho se você conseguir! De certo modo, todos nós precisamos ser alquimistas para ver além das aparências superficiais.

Nosso desafio cotidiano consiste em enfrentar situações que parecem infelizes – perder o avião, acidentes de carro, divórcios, garçons mal-educados – e transformá-las em intervalos felizes. Isso significa que você deve rezar para quebrar a perna? Não, mas se tal coisa acontecer, trate de encontrar uma oportunidade dentro do “desastre”.

Aí você pergunta: “que bem isso pode me fazer?”... E eu respondo: você passa a viajar no ônibus da vida em vez de empurrá-lo... À medida que você para de reagir com pavor ante o inesperado, torna-se mais equilibrado e passa para uma posição de poder.

Enquanto você acreditar que alguma coisa em sua vida é um desastre, isso resultará num desastre contínuo. Digamos que você se divorciou recentemente e imagina que sua vida está arruinada. Enquanto acreditar nisso, será assim.

Digamos que você é demitido aos 50 anos e chega à conclusão de que o seu tempo já passou. Enquanto acreditar nisso, assim será. Ou seja: enquanto a sua atitude for negativa, você não fará nada para melhorar de vida... Enquanto você enxergar somente o desastre, atrairá mais desastres... Os acontecimentos se darão conforme as suas expectativas.

Mas, no minuto que você mudar de crença sobre a situação, seus pensamentos diferentes atrairão pessoas diferentes e novas oportunidades...

A vida deve ser divertida! Os pássaros acordam todos os dias cantando. Os bebês riem sem nenhum motivo. Observe os golfinhos, os cachorros... quem disse que a vida não tem graça? O universo é brincalhão. Se você herdou a idéia de que a vida não foi feita para ser divertida, compreenda o que isso significa: é apenas uma crença da qual você pode descrer.

Em poucas palavras: os “desastres” da vida não são propriamente desastres, são situações que esperam que você mude de atitude.

Andrew Matthews, no livro "Siga seu coração"